Startup monta estrutura para empresas operarem fora do escritório

Com o aumento dos casos de covid-19 devido a variante ômicron e diversas ocorrências de influenza, empresas como a indústria de alumínio Novelis, a companhia de tecnologia japonesa NE e a TakeBlip desistiram de voltar ao escritório em 2022.

Além disso, outras empresas como a Eletrobras, que já havia voltado ao trabalho presencial, optaram por retornar ao modelo remoto até que a pandemia seja controlada.

Pesquisa  realizada pela Betania Tanure Associados (BTA), mostrou que 43% das empresas entrevistadas citaram a dificuldade em transformar as atividades presenciais em virtuais como o empecilho para aderirem ao trabalho remoto.

Levando isso em consideração, a startup JobHome, no mercado desde 2017, aprimorou a JHome-Infra, serviço criado no início da pandemia para atender a demanda de empresas de atendimento ao cliente que precisavam operar de forma remota, porém não tinha a estrutura, e estenderam para outros segmentos.

“Nós nascemos home office, em uma época que para algumas empresas esse modelo de trabalho era impensável, por isso, quando todos os serviços que não são essenciais precisaram aderir ao trabalho remoto, nós vimos ali uma oportunidade de oferecer nossa expertise e oferecer estrutura para outras empresas. Com esse serviço, crescemos 400% em apenas 20 dias”, explica Geraldo Brasil, fundador da JobHome.

O empresário conta que atualmente eles conseguem estruturar o home office de qualquer empresa por meio da tecnologia. “Com o passar do tempo, nós vimos que conseguimos ajudar outros segmentos, além do atendimento ao cliente, a operarem remotamente por enxergamos uma grande dificuldade em algumas companhias de levarem suas atividades que sempre aconteceram de forma presencial, para o mundo online”, finaliza Brasil.