Teclado Consciente, guia contra o preconceito e campanha: operadora reforça luta das pessoas com deficiência

A operadora Tim lançou a atualização do seu Teclado Consciente, aplicativo que alerta os usuários sobre o uso de palavras e expressões discriminatórias em seu dia a dia, explica a origem e sugere substituições. A empresa também disponibilizou para a toda a sociedade, por meio de suas redes sociais, o “Guia Deficiência sem Tabus” e conduziu uma ampla campanha para combater o capacitismo – discriminação contra pessoas com deficiência – com a participação de nomes como a influenciadora digital Pequena Lo e o atleta Ícaro Miguel, um dos embaixadores da operadora no Time Brasil.

“Mais uma vez reforçamos os valores da Tim – respeito, coragem e liberdade – e a cultura inclusiva da companhia em ações focadas na luta contra o preconceito. Teremos, nos próximos dias, influenciadores(as) do nosso squad falando sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e sobre como tornar as redes sociais mais inclusivas, por exemplo, trazendo informações e conscientização sobre o tema. Atualizamos ainda o nosso Teclado Consciente, que usa o alcance dos smartphones e do nosso serviço para colaborar com a construção de uma sociedade com mais empatia”, explica Ana Paula Castello Branco, diretora de Advertising e Brand Management da Tim.

Lançado no ano passado, o Teclado Consciente Tim funciona como um corretor ortográfico social e já alertava os usuários sobre termos racistas e LGBTfóbicos. Na nova versão – disponível gratuitamente para clientes de qualquer operadora com smartphones iOS e Android – foram inseridas mais 180 palavras e frases capacitistas, como “mancada”, “retardado (a)”, “está surdo (a)?” e “joão sem braço”. A ferramenta fica visível somente quando o usuário digita seus textos em redes sociais ou aplicativos de comunicação, por exemplo, e destaca essas expressões inadequadas. Ao clicar em cima delas, o Teclado Consciente explica por que são consideradas preconceituosas e oferece opções para a sua substituição. O app foi criado para a Tim pela BETC HAVAS em parceria com a consultoria Vírgula. A atualização foi conduzida com o suporte da consultoria 6510.

Já a campanha conta com ações como uma live com Pequena Lo sobre inclusão no mercado de trabalho, a disponibilização de um guia de boas práticas para tornar os conteúdos das redes sociais mais inclusivos – legendar vídeos e stories e descrever fotos e gifs são algumas das dicas – e um takeover do Twitter da Tim pelo lutador de taekwondo Ícaro Miguel. Sem 90% da capacidade de visão no olho direito, o atleta do grupo de embaixadores da operadora no Time Brasil esteve nos jogos em Tóquio e tem títulos como o vice-campeonato mundial em 2019 e medalha de prata no Pan-Americano de Lima.

Compromisso com a empregabilidade de pessoas com deficiência

A Tim diz atuar “fortemente” para promover uma cultura organizacional sempre mais inclusiva, com equidade de oportunidade a todas as pessoas. O tema de pessoas com deficiência faz parte do programa de diversidade da companhia, que valoriza os diferentes tipos de habilidade como alavanca para a inovação e a sustentabilidade do negócio.

Por isso, a empresa acaba de aderir à Rede Empresarial de Inclusão Social (REIS), grupo que reúne mais de cem empresas comprometidas com a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Além disso, a operadora lançou um programa interno em que colaboradores(as) podem indicar pessoas com deficiência para vagas na Tim. Outro destaque são os grupos de afinidade, que dialogam sobre o tema e elaboram propostas para ampliar a diversidade no ambiente corporativo. O grupo que trata sobre inclusão de pessoas com deficiência – chamado de “Somos+” – é composto por quase cem colaboradores(as) engajados(as) no tema e que sugerem e avaliam ações focadas em recrutamento e seleção, comunicação, educação e acessibilidade.