Caqui é a primeira editora brasileira a vender livros em criptomoedas

A Editora Caqui é a primeira no Brasil a disponibilizar a comercialização de seus produtos com criptomoedas. A ideia dessa inovação surgiu da dona da Editora, Caroline Arcari, que já investe em bitcoins, o que é ainda pouco comum, uma vez que os homens são os maiores investidores na moeda virtual. Na home do site é disponibilizado um link com a opção de comprar os produtos da editora em bitcoin. O acesso pode ser pelo link editoracaqui.com.br

Bitcoin é uma moeda virtual que é trocada, por meio de uma rede de pagamento controlada por seus próprios usuários. As transações comerciais não têm intermediação bancária, tornando-se mais rápidas, menos burocráticas, e não sofrem com estratagemas políticas governamentais – não existe um Banco Central determinando o valor da moeda por questões de interesse particular, por exemplo.

A Editora Caqui tem papel importante na luta pelas causas sociais, acreditando que a literatura é essencial para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e plural. “Sempre estivemos na vanguarda de publicações com temáticas disruptivas, como feminismos para crianças, educação sexual e histórias antirracistas. Bitcoin também é uma tecnologia disruptiva por ir contra a uma série de práticas consolidadas pelos bancos e instituições financeiras, então, receber bitcoin é a cara da nossa empresa”, comenta Caroline.

Na liderança da empresa está Caroline Arcari, escritora de Pipo e Fifi: ensinando proteção contra violência sexual, premiado também como o melhor material didático de prevenção à violência sexual da Universidade do Minho, em Portugal. Sua atuação, suas obras e seus projetos já foram premiados pelo Unicef, Fundação Abrinq e Save the Children. Em 2014, Pipo e Fifi recebeu o prêmio de Direitos Humanos Neide Castanha e, em 2016, essa mesma obra foi contemplada com a medalha Zilda Arns, cedida para iniciativas de cuidados com a primeira infância.