Importação via remessa expressa pode ser alternativa para nacionalização de produtos

A avaliação de amostras é parte crucial dentro do processo de nacionalização de mercadorias. E uma das modalidades mais comuns para o transporte emergencial de cargas menores é a importação via remessa expressa, permitida desde 2017 e considerada Instrução Normativa pela Receita Federal. Para Helmuth Hofstatter, CEO da Logcomex, startup que oferece plataformas de big data e automação para o comércio exterior, a importação via remessa expressa agiliza o processo. “É um modelo no qual contrata-se os serviços de uma transportadora, que cuida de toda a burocracia e logística da entrega do produto, do fornecedor à porta do cliente. O transporte deve ser feito obrigatoriamente pelo modal aéreo e há um limite de US$ 3 mil por mercadoria”, destaca.

Nesse caso, não é necessário haver cadastro no Radar Siscomex, pois a transportadora courier cuida de todos os trâmites e processos aduaneiros. No entanto, caso sejam excedidos limites e delimitações, a própria Receita Federal pode mudar o modelo da importação para formal, alterando todo o processo e incidência de impostos. 

Dentre os itens que podem ser importados por remessa expressa estão brindes, amostras, documentos, manuais, catálogos, periódicos, peças e componentes especiais. Já os bens sujeitos a licenciamento de importação no Siscomex Importação, animais e vegetais silvestres, diamantes da posição 7102 da NCM, meios físicos que compreendam circuitos integrados, semicondutores e dispositivos similares, livros, outros impressos, fotografias e documentos, objetos artísticos, antiguidades, bens destinados a uso ou consumo pessoal, importados por pessoa física, além de moeda corrente estão na lista de itens vetados.

A Logcomex desenvolveu e oferece gratuitamente a planilha de custos de importação para o importador conseguir planejar melhor suas ações, colocando os valores pagos no processo e calcular quanto deverá ser pago ao todo.

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