Documentos do pedófilo Epstein fariam menção indireta a Jair Bolsonaro

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Novos documentos do caso Jeffrey Epstein, bilionário que era predador sexual, pedófilo e amigo de Donald Trump, Elon Musk e de outros poderosos, voltam a associar o presidente dos EUA a abusos sexuais. O material agora faz menção indireta ao nome de Jair Bolsonaro em conversas atribuídas a Steve Bannon, estrategista de extrema-direita que serve a Trump e a outros grupos radicais. Epstein se matou numa cadeia em Nova York e deixou um conjunto explosivo de provas e indicações contra criminosos como ele.

Abaixo, informações do site Revista Fórum:

(A documentação) também levantou questionamentos sobre possíveis vínculos obscuros do ex-presidente com figuras centrais da extrema direita global. De acordo com a advogada e jurista Soraia Mendes, embora ainda faltem informações concretas, não se pode descartar nenhum tipo de irregularidade envolvendo Bolsonaro.

“É uma figura que a gente também não pode duvidar de nada… o que eu duvido é que ele tivesse em algum momento cacife para estar numa ilha onde frequentada por príncipes e presidentes das maiores nações e o maior empresariado”. Para ela, a fala provavelmente estará ligada a esquemas de financiamento ou corrupção:

“Talvez é um escancarado financiamento, alguma coisa assim, para além daquilo que a gente já sabe que é a formação ideológica, enfim, que tomar de time a partir de fake news e tal, né? Não sei exatamente o que seria”, diz. A jurista também lembrou o histórico de declarações misóginas do ex-presidente, como a expressão “pintou um clima”, e disse não se surpreenderia com novas revelações. “Eu não duvido de nada, absolutamente nada. O Bannon é um estrategista.”

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Sobre Bolsonaro, é muito importante que se destaque o episódio no qual o presidiário disse que havia “pintado um clima” entre meninas venezuelanas em situação de vulnerabilidade social e fragilidade financeira. Num passeio de moto na periferia de Brasília, Jair Bolsonaro desconfiou que um grupo de garotas que estavam maquiadas e mais bem-vestidas do que o frequente estaria se prostituindo – na verdade, as adolescentes participavam de um curso de maquiadoras promovido por uma ONG. Bolsonaro, mesmo sendo presidente da República, não fez nada para esclarecer a dúvida nem convocou autoridades para cuidar do caso. Simplesmente disse que “pintou um clima”. Foi, por isso, condenado pela Justiça por mais um crime.

Foi, por isso, condenado por mais um crime pela Justiça do Distrito Federal:

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