Cineteatro São Luiz: Mês do Choro é comemorado com show em Fortaleza da Orquestra Popular do Nordeste e estreia do espetáculo “Ibirapitanga”

Para celebrar o Mês do Choro e expandir a sonoridade para contemplar o tradicional gênero brasileiro em diálogo com expressões musicais de outros países da América Latina, a Orquestra Popular do Nordeste (OPN) apresenta seu novo espetáculo, “Ibirapitanga”, no domingo, 26.4, às 18h, no Cineteatro São Luiz.
O título faz referência ao nome, em tupi, da árvore Pau-Brasil, no momento em que a orquestra completa 13 anos de atividades e reafirma seu trabalho de pesquisa e valorização do choro de compositores cearenses. Desta vez, também ampliando fronteiras, contemplando autores, ritmos e expressões musicais de outras nações americanas.
Apresentando novidades e surpresas em sua sonoridade, a OPN promove um necessário diálogo e convida o público a mergulhar em outras matrizes musicais, tanto no contexto de diversão e fruição, quanto no de reflexão sobre os desafios do continente como um todo, em um momento delicado do cenário internacional. Ao mesmo tempo em que celebra os chorões cearenses, nessa comemoração no palco do Cineteatro São Luiz, pouco depois do Dia do Choro, 23 de abril. O show acontece no dia 26, no horário tradicional dos domingos, 18h, já reconhecido pelo público cativo do Cineteatro.
No espetáculo sobem ao palco Pedro Madeira (bandolim e direção musical), Joyce Farias (violão de 7), Brenna Freire (cavaco), Gabriel Geszti (piano e acordeom), Thesco Carvalho (trombone), Ray Douglas (trompete), Mateus Farias (flauta), Paulinho Lima (violino 1), El Gabri (violino 2), Rondinelly Bezerra (violoncelo), Ednar Pinho (contrabaixo acústico), Vinicius Matos (bateria), Thais Costa (percussão). A cantora Mel Mattos faz participação especial.
A pesquisa para o projeto “Ibirapitanga”, conta Pedro Madeira, também violonista, arranjador, produtor musical e diretor da Orquestra Popular do Nordeste, nasceu do trabalho já realizado há 10 anos pelo grupo, de pesquisa da música do Ceará, do Nordeste e do Brasil, com destaque para o choro. Surgiu também do desejo de ampliar esse olhar para “nuestros hermanos latinos”.
Em vez do Pau-Brasil, expressão do colonizador, “Ibirapitanga”, palavra dos povos originários. Uma demarcação de referências e influências da das culturas que se encontraram para fazer a música brasileira: dos povos originários, negros e europeus, em um encontro agora traduzido em um concerto cênico, no palco do Cineteatro São Luiz, no domingo, 26/4.

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