Por Lili Santiago Maciel, PhD em latir para quem passa na rua e esbravejar com urubus em pleno voo:
Olá, meu nome é Lili. Estou iniciando agora uma campanha que, pretendo, terá alcance mundial. Ou intergaláxico, se vocês ajudarem. Precisamos fazer justiça para mais uma vítima do bolsonarismo: o pitbull do Silvinei. Cadê o cachorro? O que fizeram com ele no Paraguai? Está sendo bem tratado? Pitbulls, mesmo uns aparecendo aqui e acolá no noticiário tocando o terror, também são gente – essa frase eu tomo de outro “jênio”, o ex-ministro Rogério Magri, peça representativa da era Collor, aberração política que muitos acham que foi extinta.
O pitbull do Silvinei Vasques, o atrapalhado ex-chefe da Polícia Rodoviária de Bolsonaro, foi apreendido no aeroporto de Assunção na tentativa de fuga do dono. Até agora ninguém deu conta de dizer onde ele foi parar.
No mundo bolsonarista, o pitbull é o único inocente. Não é fascista, não corrompe, não impede que eleitores votem, não desvia dinheiro de equipamentos de segurança, não rouba joias nem dá golpe de estado. O pitbull é inteligente e disciplinado, fiel e solidário – mas só na medida do possível, claro, pois ninguém é de ferro.
Precisamos saber ao menos o nome dele, a idade, a cor, se foi adestrado, se é castrado e tomou as vacinas, o que come e a que horas desce para fazer cocô. Lembremos que ele é mais importante do que o Silvinei e do que o dono do Silvinei. Lembremos que tem mais humanidade e respeito
Afinal, o Pitbull todo valentão sumiu? Perdeu o rumo?
Pitbull livre!
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Não sei se vocês perceberam, mas no disfarce que montou para tentar fugir como um mariquinha (royalties para chefe da matilha Bolsonaro), Silvinei Vasques usa óculos com lentes fake. São só vidros enganchados numa armação. Aliás, armação é a cara dessa turma.



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