Secretaria da Segurança do Ceará dá dicas sobre proteção de crianças e adolescentes diante das graves ameaças da jogatina on-line

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Jogos on-line são agressivos e visam ao lucro, unicamente. Não têm bases educacionais nem garantem diversão ou segurança aos apostadores. Ao contrário: põem em risco as estabilidades emocional e financeira de quem se aventura nesse meio. Crianças e adolescentes são vítimas preferenciais de que empreende na jogatina. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), em parceria com a Polícia Civil, lançou uma série de informações a pais e responsáveis sobre os riscos do ambiente virtual. Como proceder para proteger crianças e adolescentes é o foco principal das dicas.

Abaixo, informações da SSPDS:

Pessoas mal-intencionadas agem para ganhar a confiança dos mais novos. Elas podem fingir ter a mesma idade e os mesmos interesses das vítimas, buscando tirar a criança do espaço do jogo, e levar para aplicativos de conversas privadas, onde há menos supervisão.

Diálogo

Antes de proibir o acesso, é importante conversar com os filhos sobre o ambiente virtual e orientá-los sobre os riscos existentes. O diálogo pode ajudá-los a identificar comportamentos suspeitos e pessoas que utilizam os jogos para praticar crimes ou causar danos.

Também é fundamental ensinar a criança a não compartilhar informações pessoais como nome completo, escola em que estuda, endereço ou rotina da família.

Acompanhamento

Fique atento com quem a criança está tendo contato dentro dos jogos. Incentive-as a compartilhar com os pais ou responsáveis sobre novas amizades, dessa forma você pode orientá-la e saber com quem seu filho está interagindo no ambiente virtual.

A maioria dos jogos contém ferramentas de segurança para bloquear usuários indesejados, denunciar comportamentos suspeitos e limitar quem pode conversar com a criança.

Jogos on-line, por si só, não representam um problema. Eles podem ser ambientes educativos, seguros e divertidos para as crianças. Informação, supervisão e diálogo são as principais formas de proteção.

Âmbito Judiciário

No Ceará, a Polícia Civil conta com a Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). Além disso, a PCCE apura toda denúncia que chega ao conhecimento das autoridades policiais e reforça a importância do registro do Boletim de Ocorrência (BO), que pode ser feito em qualquer delegacia ou na Delegacia Eletrônica (Deletron), no site https://www.delegaciaeletronica.ce.gov.br, em qualquer hora do dia ou da noite. A Deletron atende todo o Ceará. As investigações também contam com o auxílio de informações e monitoramento do Departamento de Inteligência (DIP) da PCCE.

Denúncias

A população pode contribuir com as investigações repassando informações que auxiliem os trabalhos policiais. As denúncias podem ser feitas para o número 181, o Disque-Denúncia da SSPDS, ou para o (85) 3101-0181, que é o número de WhatsApp, pelo qual podem ser feitas denúncias via mensagem, áudio, vídeo e fotografia. O sigilo e o anonimato são garantidos.

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Confira as dicas:

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